Peregrinos da religiosidade encontrados pela cruz

Posted by Sandro Veiga in VIDA CRISTÃ - (Comentários desativados em Peregrinos da religiosidade encontrados pela cruz)

PEREGRINOS RELIGIÃO

Por Sandro Veiga

“E obrigaram um homem que passava por ali, vindo do campo, a carregar-lhe a cruz. Era Simão de Cirene, pai de Alexandre e de Rufo”. Marcos 15:21

Já escrevi em outra ocasião a seguinte citação:

“Religião é toda a tentativa do homem buscar a Deus, por isso são muitas as religiões; Evangelho é Deus buscando o homem, por isso só existe um Evangelho”. Este texto é uma constatação bíblica desta verdade.

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Deus é mais simples que as religiões

Posted by Antônio Pereira Jr. in VIDA CRISTÃ - (Comentários desativados em Deus é mais simples que as religiões)

deus-religioes

Por Antônio Pereira Jr.

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt 11.28-30).

“Deus é mais simples que as religiões”, disse o poeta Mário Quintana, que não se considerava um religioso, embora fosse criado nos moldes do catolicismo. Eu particularmente acho que ele poderia ser agnóstico, não um ateu propriamente dito. Agnóstico é aquele que pode até acreditar na existência de Deus, embora não tenha certeza que de fato Ele exista. Literalmente falando um agnóstico é aquele que não tem o conhecimento necessário sobre a certeza da existência de uma divindade superior (um não conhecimento), pois “gnose” significa conhecimento. Em certo sentido eu concordo com a frase. Geralmente as religiões complicam tudo. (mais…)

eclesia

Por Alex Belmonte

Existem muitos equívocos e confusões quanto a alguns termos na esfera cristã. Entre esses, a própria palavra “Igreja” sofreu duros golpes de definições mal concebidas, tirando inclusive o real sentido de sua existência. A compreensão correta desses termos se torna importante para uma fiel abordagem em tudo que cerca a Igreja de Cristo.  (mais…)

O Islã, o Corão e seus críticos: reflexões em campo aberto

Posted by Magno Paganelli in Islamismo | RELIGIÕES - (Comentários desativados em O Islã, o Corão e seus críticos: reflexões em campo aberto)

ISLÃ

Por Magno Paganelli 

RESUMO. Este artigo procura acarear explicações dadas no campo religioso sobre o Islã e o Corão aos seus críticos. Aponta pontos de relevância histórica que interferem diretamente no convívio social e questiona as explicações relativistas dadas como certas pelos religiosos. O artigo foi escrito para a Revista Malala, v. 3, no 5, tendo sido primeiramente publicado em novembro de 2015. (mais…)

Até que ponto uma religião pode interferir na vida de um adepto?

Posted by Johnny Bernardo in RELIGIÕES - (Comentários desativados em Até que ponto uma religião pode interferir na vida de um adepto?)

religiaointervir

Por Johnny Bernardo

O paralelo entre o espiritual e o material (ou social) há séculos é interpretado de diversas maneiras. A grande dificuldade é em saber quais os limites entre a vida espiritual de um adepto, e sua realidade social. De forma geral, todas as religiões interferem de alguma forma no cotidiano de seus seguidores.

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A religião é o ópio do povo: uma análise sociológica

Posted by Johnny Bernardo in Cultura e Mídia | REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em A religião é o ópio do povo: uma análise sociológica)

religiaoopiopovo

Por Johnny Bernardo

Passados 130 anos da morte do alemão Karl Marx (1818-1883), a frase pela a qual ficou conhecido – “a religião é o ópio do povo” -, continua sendo explorada por pesquisadores e lideres religiosos de diversos seguimentos. Mas que queria dizer Marx ao comparar a religião com o ópio? Ao mesmo tempo, seria o autor um oposicionista à fé pessoal, a crença familiar em uma divindade, em uma tradição religiosa qualquer? Primeiro, há de se considerar o fato de que o autor alemão provinha de uma família judaica e que, com o passar dos anos, optou pelo ateísmo; sua opção pelo ateísmo não se deu em decorrência de alguma insatisfação religiosa, mas a partir de uma constatação sociológica, de uma análise dos impactos da religião na vida de um adepto, de um fiel.

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