hosana

Por Sandro Veiga

Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o Rei de Israel! Jesus, conseguindo um jumentinho, montou-o, conforme esta escrito: “Não temas, ó filha de Sião; o teu Rei vem montado sobre a cria de uma jumenta”. João 12: 13-15

Era a época da Páscoa, tanto Jerusalém como seus arredores estavam com suas instalações lotadas de peregrinos, é este o momento que Jesus escolhe para cumprir algo crucial no Seu ministério.

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O movimento de plantação de igrejas no Brasil: perigos e desafios

Posted by Leonardo Gonçalves in REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em O movimento de plantação de igrejas no Brasil: perigos e desafios)

plantação de igrejas

Por Leonardo Gonçalves

Plantação de igrejas parece ser o tema da moda. Muitos jovens, motivados pelos testemunhos de extraordinários de megapastores que plantaram mega-igrejas, estão procurando saber mais sobre o assunto, e alguns até mesmo estão ingressando em seminários para ser futuros plantadores em suas cidades.

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Evangelizar para salvar os perdidos ou para louvar a Deus?

Posted by Eliandro da Costa Cordeiro in VIDA CRISTÃ - (Comentários desativados em Evangelizar para salvar os perdidos ou para louvar a Deus?)

evangelizar

Por Eliandro da Costa Cordeiro

“Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente” (Rm.11.36).

O motivo e fim básico e orientador de todo o trabalho evangelístico (missões?)[1] deve ser a glória de Deus. Essa glória reorienta a evangelização objetivando corretamente a alegria dos povos e o prazer do próprio Deus.

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De Deus aos ídolos

Posted by Silas Alves Figueira in APOLOGÉTICA - (Comentários desativados em De Deus aos ídolos)

deus-idolos

Por Silas Alves Figueira

Texto base Ezequiel 14.1-11

INTRODUÇÃO

O profeta Ezequiel nasceu em uma família sacerdotal (Ez 1.3), seu nome significa “Deus Fortalece”. O profeta Ezequiel foi levado junto com outros judeus para o cativeiro babilônico em 597 a.C., ou seja, na segunda deportação de Judá enquanto que Daniel foi na primeira deportação. O cativeiro ocorreu por causa da idolatria do povo juntamente com os líderes judeus. Ali na Babilônia ele se instalou em sua casa, numa vila próxima de Nepur, junto ao rio Quebar.

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O relacionamento pastoral consigo mesmo

Posted by Silas Alves Figueira in VIDA CRISTÃ - (Comentários desativados em O relacionamento pastoral consigo mesmo)

relacionamento pastoral

Por Silas Alves Figueira

Charles H. Spurgeon declara que nós somos em certo sentido as nossas próprias ferramentas, e, portanto, devemos guardar-nos em ordem. Nosso próprio espírito, alma, corpo, e vida interior são as nossas mais íntimas ferramentas para o serviço sagrado.[1] O sucesso de um profissional, até certo ponto, independe de sua vida particular ou privada. E é um pouco provável que o caráter de um arquiteto, médico ou dentista vá interferir diretamente no seu desempenho profissional. Porém, não á assim com o ministro de Deus.[2] O bom desempenho do ministro está fundamentalmente ligado ao seu caráter. Ele lidera pessoas a quem deve ensinar a verdade e procurar desenvolver o bem-estar e o crescimento espiritual delas. O apóstolo Paulo escrevendo a Timóteo lhe disse: “Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1Tm 4.12).

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Produzindo fruto para a vida

Posted by Flávio Santos in VIDA CRISTÃ - (Comentários desativados em Produzindo fruto para a vida)

fruto-vida

Por Flávio Santos

João 15

O Evangelho de João apresenta aos seus leitores, os sete atributos de Jesus. São os sete Eu Sou do Evangelho de João. Essas qualidades foram evocadas por Jesus. São verdades acerca da sua pessoa e obra.

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A tragédia de Mariana [MG] e a bioética cristã

Posted by Matheus Negri in Cosmovisão - (Comentários desativados em A tragédia de Mariana [MG] e a bioética cristã)

tragedia-mariana-001

Por Matheus Negri

O desastre de Mariana levanta algumas questões para debate. A primeira é a própria catástrofe e a força do impacto da ação humana sobre toda a biodiversidade, incluindo tragicamente o próprio ser humano. A segunda é saber qual a parcela de responsabilidade do ser humano diante da natureza a luz das Sagradas Escrituras. E a terceira seria encontrar uma possibilidade para uma ação responsável em pleno século XXI.

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