salvação

Por Clóvis Gonçalves

Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.” (Rm 8.29–30)

Introdução

Salvação e cinco pontos remetem ao acróstico TULIP, conhecidos como os cinco pontos do calvinismo: total depravação, eleição incondicional, expiação limitada, graça irresistível e perseverança dos santos. Mas neste artigo gostaria de enfatizar outros cinco pontos, relacionados com a ordem de salvação, os quais são geralmente referidos como elos da cadeia inquebrável da salvação divina, que começando na eternidade passada, mergulha na história e continua na eternidade futura.

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completamente

Por Clóvis Gonçalves

Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou. Rm 8:29-30

A justificação somente pela fé é considerada a doutrina mais importante do Novo Testamento, é o coração da igreja. Para Lutero, essa é a doutrina pela qual a igreja cai ou permanece em pé. É triste que poucos tenham uma compreensão clara e um entendimento correto dessa verdade bíblica. Devido a isso, ao mesmo tempo que ressalto o fato de que os que foram previamente conhecidos, predestinados e chamados também foram justificados, aproveito para tentar esclarecer este importante aspecto de nossa salvação.

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Justificação: entenda o que é

Posted by Magno Paganelli in REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em Justificação: entenda o que é)

justificacao

Por Magno Paganelli

Tenho insistido, nos textos e palestras que faço, na indispensável necessidade de todo cristão conhecer e entender o que é a justificação, ou a doutrina da justificação. Ela é tão importante, tão necessária, que o apóstolo Paulo dedica mais de dois capítulos da carta aos romanos para falar do tema. A Reforma Protestante, capitulo fundamental na história da Igreja, gira em torno dessa mesma questão: a justificação – e justificação pela fé, e não por outro meio.

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Fé que conduz à ação – Implicações da Doutrina da Justificação para nossa ação social

Posted by Outros autores in REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em Fé que conduz à ação – Implicações da Doutrina da Justificação para nossa ação social)

Por Alexander Stahlhoefer [1]

Carlos A. Sintado inicia seu artigo sobre Ecologia Social com uma citação de Quintus Septimius Florens Tertullian “O que Atenas tem haver com Jerusalém (…) o que a academia tem haver com a Igreja?”.[2] Nossa pesquisa tem por objetivo buscar na Bíblia e na teologia evangélica luterana impulsos para uma prática eclesial e social que contribua para a manutenção da vida no planeta com a dignidade e o respeito que lhe são devidos.

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O que é justificação?

Posted by Silas Alves Figueira in REFLEXÕES TEOLÓGICAS | VIDA CRISTÃ - (Comentários desativados em O que é justificação?)

Por Silas Alves Figueira

A justificação é uma doutrina evangélica revelada por Deus, e não descoberta pelo homem. Tanto judeus como gregos são salvos da mesma maneira: não pelas obras da lei, mas pela graça de Deus[1]. Em nossos dias, a verdade bíblica da justificação é desconhecida ou mal compreendida por muitos evangélicos. No entanto, ela foi a questão central levantada pela Reforma Protestante do século 16. Assim como o “sola Scriptura” foi denominado o “princípio formal” da Reforma, porque a Bíblia é a fonte de onde procedem todas as autênticas doutrinas cristãs, a justificação mediante a fé é o, seu “princípio material”, porque envolve a própria substância ou essência do que se deve crer para a salvação.

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Por Robson T. Fernandes

A disputa e distorção acerca da Doutrina da Justificação pela Fé não é algo novo. Não é algo iniciado e propagado pelo Movimento da Fé e suas igrejas neopentecostais. Na verdade, essa doutrina tem sido atacada e distorcida ao longo dos anos, e esse ataque não é, em essência, uma agressão contra personagens evangélicos que defendem tal doutrina. Antes, é um ataque direto contra o coração do próprio Evangelho de Cristo. E é exatamente isso que Charles Haddon Spurgeon, conhecido como o príncipe dos pregadores, em seu sermão de número 1239, afirma ao fazer uma defesa da doutrina apresentada por Moody e por Sankey, com a seguinte afirmação:

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