Cientificismo, moralismo e fé cristã: Reflexões a partir de uma leitura de Todorov

Posted by Davi Lago in Cosmovisão - (Comentários desativados em Cientificismo, moralismo e fé cristã: Reflexões a partir de uma leitura de Todorov)

TZVETAN TODOROV

Por Davi Lago

Considerando a missão da Associação Brasileira de Cristãos na Ciência em operar como uma embaixada de sentido entre o universo da fé cristã e o universo da ciência, e seu objetivo em “promover o diálogo aberto, honesto e respeitoso entre estes dois campos, tendo sempre e conta a liberdade e a soberania das respectivas esferas sociais e as finalidades intrínsecas de cada esfera”[1], propomos no presente texto algumas reflexões a partir de uma leitura de Tzvetan Todorov – sobretudo sua análise do cientificismo e do moralismo a partir do Iluminismo.

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A religião é o ópio do povo: uma análise sociológica

Posted by Johnny Bernardo in Cultura e Mídia | REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em A religião é o ópio do povo: uma análise sociológica)

religiaoopiopovo

Por Johnny Bernardo

Passados 130 anos da morte do alemão Karl Marx (1818-1883), a frase pela a qual ficou conhecido – “a religião é o ópio do povo” -, continua sendo explorada por pesquisadores e lideres religiosos de diversos seguimentos. Mas que queria dizer Marx ao comparar a religião com o ópio? Ao mesmo tempo, seria o autor um oposicionista à fé pessoal, a crença familiar em uma divindade, em uma tradição religiosa qualquer? Primeiro, há de se considerar o fato de que o autor alemão provinha de uma família judaica e que, com o passar dos anos, optou pelo ateísmo; sua opção pelo ateísmo não se deu em decorrência de alguma insatisfação religiosa, mas a partir de uma constatação sociológica, de uma análise dos impactos da religião na vida de um adepto, de um fiel.

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O diabo do homem faz a Bíblia falar

Posted by Magno Paganelli in APOLOGÉTICA - (Comentários desativados em O diabo do homem faz a Bíblia falar)

Por Magno Paganelli

“E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela”. (Gênesis 3.6, ênfases minhas)

Todos conhecemos o relato da tentação. Nele lemos ter o diabo sugerido a Eva que o fruto proibido daria um conhecimento tal que não se tinha domínio. Deus, ainda segundo o diabo, omitiu conhecimento, poder e domínio que agora tinham o seu desvelamento tornados possíveis seguindo os rastros indicados pela serpente. Eva, então, viu, desejou e tomou para si o fruto, e o deu a seu marido. O conhecimento veio, mas não do modo como desejaram.

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