cristianismo liquido

Por Cristiano Nickel

Um professor me disse que a Arte é a antena da sociedade: capta o que o que o ser humano sente, pensa e faz. A Arte é um produto de produção humana mas também do pensamento e da cosmovisão de uma sociedade. Quando estou lecionando para os meus alunos sobre a Arte Urbana, apresento as pranchas e slides de um grande artista britânico cujo codinome é Bansky, e fico surpreso pela “captação” da sociedade contemporânea. Os trabalhos deste artista são encontrados nas mais diversas cidades britânicas como Bristol e Londres. Mas não quero dar aula de Arte, apenas introduzir o pensamento sobre a condição do homem pós-moderno e como esse pensamento afeta a fé cristã.

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pescadores homens

Por Davi Lago

E disse Jesus: “Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens” (Mateus 4.19)

Jesus está sempre em movimento nos evangelhos. Ele caminha por montes, vales, desertos sempre fazendo o mesmo convite: “Sigam-me”. Em seu jornadear, repetia o convite: “Sigam-me”. Através dos séculos, e ainda hoje, Jesus nos convida para uma vida diferente: “Sigam-me”. Um convite simples, direto, incisivo: “Sigam-se”.

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autofilia

Por Jorge Fernandes Isah

Tornou-se comum entre os crentes frases do tipo:  “Não olhe para mim, olhe para Jesus”. Mas seria ela e suas corruptelas uma verdade? Digamos que… parcialmente, pois contém apenas uma fração da verdade.

Devemos olhar sempre para o nosso Senhor, pois é Ele quem nos dirigirá, revelando-nos, segundo a Escritura, a Sua vontade [para nós e nossos semelhantes] como Aquele que é o autor e consumador da nossa fé [Hb 12.2]. Contudo, isso não quer dizer que não devamos olhar para os homens, nem aprender com seus exemplos, seja imitando o que fazem de bom, e rejeitando prontamente seus erros, não incorrendo neles, tudo segundo e sob a luz das Escrituras Sagradas.

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O cristão e a submissão às autoridades em Rm 13.1-7

Posted by Matheus Negri in Cosmovisão - (Comentários desativados em O cristão e a submissão às autoridades em Rm 13.1-7)

SUBMISSÃO AUTORIDADES

Por Matheus Negri

Introdução

A situação política nacional não está das melhores. Há uma crise generalizada em todas as instituições, uma tentativa de polarização entre destros e canhotos, muitas passeatas e talvez o seu feed de notícias do Facebook fique como o meu: parecendo uma página de notícias sobre política.

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O movimento de plantação de igrejas no Brasil: perigos e desafios

Posted by Leonardo Gonçalves in REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em O movimento de plantação de igrejas no Brasil: perigos e desafios)

plantação de igrejas

Por Leonardo Gonçalves

Plantação de igrejas parece ser o tema da moda. Muitos jovens, motivados pelos testemunhos de extraordinários de megapastores que plantaram mega-igrejas, estão procurando saber mais sobre o assunto, e alguns até mesmo estão ingressando em seminários para ser futuros plantadores em suas cidades.

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Expiação nos pais apostólicos

Posted by Clóvis Gonçalves in REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em Expiação nos pais apostólicos)

EXPIAÇÃO PAIS APOSTOLICOS

Por Clóvis Gonçalves

No milenar debate sobre as doutrinas da graça, os chamados Pais da Igreja são muitas vezes invocados para decidir a questão, sob a premissa de que, por estarem mais próximos dos apóstolos, foram capazes de repercutir com mais fidelidade o ensino apostólico a respeito. Particularmente os arminianos consideram-se alinhados com o ensino dos Pais da Igreja e acusam os calvinistas de inovação, por destoarem deles, embora haja reformados que pensem ser o contrário. Dessas doutrinas, a da expiação, especialmente no aspecto de sua extensão, é uma das que recebe maior atenção, haja vista ser a que gera maior dificuldade de consenso.

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Uma reflexão dos princípios morais dos métodos de crescimento de igreja

Posted by Matheus Negri in REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em Uma reflexão dos princípios morais dos métodos de crescimento de igreja)

crescimento-igreja

Por Matheus Negri

Este breve ensaio é resultado de reflexões a partir da prática do autor e de debates com pares na academia e no diálogo com membros e participantes das mais variadas denominações. Das conversas surge a questão: o quanto a igreja deve se apropriar das técnicas do mercado para avaliar seu desempenho? Quais os resultados que devem ser cobrados? Nota-se um grande apelo ao número de membros ou participantes, e o uso de teorias, métodos e técnicas desenvolvidas no âmbito do mercado para alcançar o objetivo.

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