cristoescritura

Por Anderson Rocha

Ao nos depararmos com a Palavra de Deus, vemos como o Senhor teve o cuidado de priorizar o mais importante assunto: A Revelação de Cristo. Ao longo do relato bíblico, podemos constatar que em toda sua história, o Cristo de Deus nos é revelado, página por página, gradativa e progressivamente. Desde seu início em Gênesis, Deus mostra logo nos primeiros capítulos que Cristo, a semente da mulher, derrotaria Satanás de uma vez por todas. Vemos ali a primeira promessa da revelação messiânica, quando lemos: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15). A história da Bíblia é uma história de redenção, isso em todo seu contexto, quer seja histórico ou teológico. Do jardim até a cruz, o Senhor nos conduz em graça pelo Seu Espírito, à revelação da Sua eterna salvação.

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definindo limites

Por Anderson Rocha

Primeiramente, precisamos entender a definição de LIMITE: Limite é Prazo. É a definição de espaço no tempo determinado, ou o mais alto grau ou final de alguma coisa. Também pode ser a circunstância ou época que assinala o princípio ou a finalização de um tempo. A marca a partir da qual não se pode continuar.

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O sujeito à luz das Sagradas Escrituras

Posted by Matheus Negri in REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados em O sujeito à luz das Sagradas Escrituras)

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Por Matheus Negri

Se o ser humano não consegue encontrar respostas para seus anseios, dúvidas e problemas olhando para dentro de si ou para a história, se faz mais do que necessário procurar em Deus, seu Criador, a resposta para a pergunta “quem eu sou?”. Somente nas Sagradas Escrituras que o ser humano encontrará o seu propósito, e é no primeiro livro, Gênesis, o livro dos começos que encontra se a criação do ser humano. São dois os relatos, Gênesis 1.26 e Gênesis 2.7, o ser humano como ápice da criação e espelhando a imagem divina e ao mesmo tempo formado pelo pó da terra, simples como tendo sua origem naquilo que pisaria por toda a sua existência, porém com o espírito, o sopro de Deus, lhe dando vida.

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Israel: uma nação rendida ao pecado

Posted by Silas Alves Figueira in APOLOGÉTICA - (Comentários desativados em Israel: uma nação rendida ao pecado)

israel-pecado-nação

Por Silas Alves Figueira

Texto base: Oseias 4.1-3

INTRODUÇÃO

Oseias é o primeiro livro conhecido como “Profetas Menores”; não que sua mensagem fosse inferior a dos outros profetas, mas que era menor no volume do que foi escrito. Embora o livro de Oseias seja o de maior volume.

Pouco se sabe a respeito da vida desse profeta. A única coisa que se fala a respeito de sua genealogia é que ele era filho de Beeri (Os 1.1). Oseias profetizou nos dias de Uzias (790 a 739 a.C), Jotão (750 a 731 a.C.), Acaz (735 a 715 a.C) e Ezequias (729 a 686 a.C), todos reis de Judá, e no reinado de Jeroboão II, rei de Israel (793 a 753 a.C). Seu ministério público, assim, cobriu o espaço mínimo de 755 a 715 a.C., em torno de 40 anos. Isso torna Oseias contemporâneo de Isaías (739 a 680 a.C.) e possivelmente de também de Amós (765 a 755 a.C.) e Miquéias (735 a 700 a.C.) [1].

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A pesquisa do Jesus histórico

Posted by Djesniel Krause in APOLOGÉTICA - (Comentários desativados em A pesquisa do Jesus histórico)

jesus historico

Por Djesniel Krause

A pesquisa do Jesus histórico é um tema interessantíssimo para a teologia cristã, principalmente quando considerados os desafios impostos pela secularização das universidades, e a islamização do ocidente.

Conforme acertadamente destaca Marcus Borg, “O Jesus histórico é um assunto interessante por várias razões. E uma delas é sua elevada importância cultural nestes dois mil anos desde sua morte. Nenhuma personagem na história do Ocidente jamais recebeu posição tão elevada”[1].

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A apologética contemporânea na perspectiva pressuposicionalista – parte 03

Posted by Maurício Montagnero in APOLOGÉTICA - (Comentários desativados em A apologética contemporânea na perspectiva pressuposicionalista – parte 03)

pressu03

Por Maurício Montagnero

3.4. Sua Aplicação e Contextualização

Faz-se necessário adotar uma linha de modo funilado para a devida aplicação, e tal linha coerente a ser adotada para os desafios contemporâneos é: Apologética Pressuposicionalista da Consistência Sistemática especificamente no seu terceiro teste da verdade, a relevância existencial. Tal abordagem está em uma linha tênue com a Apologética Experimental[1], a qual não pode ser vista dentro do sistema evidencial, pois não é de ordem racional, mas, sim, da vivência da fé. Isto reporta ao método indutivo/analítico, que é voltado também para o experimental que parte do efeito a causa, ou seja, da criação ao criador – dentro do evidencialismo a apologética histórica e profética usará tal método (argumentos internos), enquanto o restante ficará com o dedutivo/sintético (argumentos externos).

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A apologética contemporânea na perspectiva pressuposicionalista – parte 02

Posted by Maurício Montagnero in APOLOGÉTICA - (Comentários desativados em A apologética contemporânea na perspectiva pressuposicionalista – parte 02)

pressu02

Por Maurício Montagnero

3.2. Os Tipos[1] de Apologéticas Existentes – Resumo

Existe dentro da apologética o método dedutivo/sintético que é voltado para racionalidade e filosofia. Este método parte da causa ao efeito, ou seja, do criador a criação. Em contraponto ao método dedutivo existe o método indutivo/analítico que é voltado para o experimental/histórico que parte do efeito a causa, ou seja, da criação ao criador. A revelação cristã é comprovada por fatos e experiências históricas ou arqueológicas.[2]

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