protestantes e catolicos

Por Kevin DeYoung

Traduzido por Anderson Rocha – Artigo original aqui.

Pergunte a um protestante sério qual é a maior ameaça para o cristianismo ortodoxo hoje, e ele pode mencionar as hostilidades culturais, a revolução sexual ou o nominalismo em nossas igrejas. Mas se você tivesse feito essa mesma pergunta para um Protestante há uns cem anos, ele quase certamente mencionaria a Igreja Católica Romana. Até recentemente, protestantes e católicos neste país eram, se não inimigos, seriam como jogadores em equipes opostas.

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REFORMACATOLICA

Por Johnny Bernardo

Na exortação apostólica Evangelii Nuntiandi, escrita pelo Papa Paulo VI, em 1975, e direcionada ao episcopado, ao clero e aos fieis de toda a Igreja, há uma chamada à reação: “Façam chegar ao homem a mensagem cristã por todos os meios que estejam ao seu alcance”. Escrita um ano após a Renovação Católica Carismática (RCC) ter passado por mudanças estruturais e de nomenclatura (os carismáticos eram conhecidos como “católicos pentecostais”), a Evangelii Nuntiandi surge em reação a uma crise institucional que começava a se fazer sentir na Igreja. No documento, os meios de comunicação e a religiosidade popular são citados como elementos a serem trabalhados, em uma estratégia de difusão do catolicismo em áreas de domínio protestante, ortodoxo, islâmico e, ao mesmo tempo, de consolidação das áreas de influência do Vaticano, a exemplo da América Latina, regiões dispersas na África e na Ásia, nas Filipinas.

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Por Marcelo Berti

E eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la -Mateus 16:18

Com a recente mudança na direção da igreja católica, novamente as questões relacionadas a interpretação de Mateus 16.18 veem à tona: Quem ou o que é a pedra na qual Jesus pretende construir sua igreja? Seria uma referência ao apóstolo Pedro ou a Jesus Cristo? Se Pedro é a Pedra é ele o Papa? Afinal de contas quem é a pedra mencionada nesse texto? E o que essa expressão significa?

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Por Johnny Bernardo

Voltemos à década de 60. Enquanto católicos de Pittsburgh experimentavam o que chamavam de “renovação espiritual”, quatro meninos de Liverpool (Inglaterra) sacudiam o mundo com os reis do iê-iê-iê. Ordenado padre aos 25 anos de idade, em 1966, nos EUA, José Fernandes de Oliveira – mais conhecido como Padre Zezinho -, dava seus primeiros passos na arte da música, da literatura, do teatro e, mais tarde, em 1969, dos meios de comunicação. Foi com a música, no entanto, que o recém – ordenado padre seria conhecido como um dos “maiores” fenômenos da música cristã. De volta ao Brasil, o Padre Zezinho causou polêmica e, ao mesmo tempo, admiração, ao adicionar às missas do Santuário São Judas Tadeu, na Zona Sul de São Paulo, instrumentos sacramentados pelos Beatles, como guitarras e baterias.

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Festas Juninas: uma análise contemporânea à luz da cultura e da Bíblia

Posted by Robson T. Fernandes in APOLOGÉTICA | Catolicismo Romano | Cosmovisão - (Comentários desativados em Festas Juninas: uma análise contemporânea à luz da cultura e da Bíblia)

 

Por Robson Fernandes

Em seu livro, Contracultura Cristã, John Stott afirma que “a cultura do mundo e a contracultura de Cristo estão em total desarmonia uma com a outra. Resumindo, Jesus parabeniza aqueles que o mundo mais despreza, e chama de “bem-aventurados” aqueles que o mundo rejeita”[1]. Então, de que forma o mundo iria rejeitar ou odiar os cristãos? Só se estes andassem na contramão do mundo, através de palavras mas especialmente de ações.

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Por Johnny T. Bernardo

Maria surgiu na história com uma missão específica: trazer o Messias ao mundo, por meio da concepção. Ela figura não mais como um “canal” ou “meio” pelo qual o Filho veio ao mundo. Sua vida pode ser vista como exemplo de fé e devoção, mas não como um objetivo de culto.

Ao nascer, Maria não se distinguiu de nenhum ser humano; ela foi concebida em pecado e assim permaneceu até a sua morte. Ela não foi e não pode ser considerada divina, ou parte da santíssima Trindade. É Jesus e não Maria quem intercede por nós diante do Pai. Amamos Maria, mas adoramos Jesus. Epifânio, um grande apologista cristão do século IV, fez a seguinte observação:

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Por Johnny T. Bernardo

Na tarde de 19 de abril de 2005, enquanto uma multidão de católicos, simpatizantes e jornalistas aguardavam ansiosos pelo desfecho do conclave, uma fumaça de cor preta foi vista surgir pela terceira vez de uma chaminé colocada no telhado da Capela Sistina. Era anunciada ao mundo a eleição do novo papa. Cinquenta minutos depois (as 18h40 locais) Joseph Ratzinger é conduzido à janela da Basílica de São Pedro para a apresentação oficial.

Chamado de Bento XVI, Ratzinger passou a ocupar o 265º lugar na lista de papas eleitos a ocupar o trono de São Pedro. Seu passado e posição doutrinária em muito se assemelha a outros papas, mas ele possui algo a mais que o diferencia dos seus antecessores. Esperança para alguns, preocupação para outros, Ratzinger reúne em torno de si uma série de questionamentos que o tornam em um dos papas mais controvertidos e contraditórios da História.

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