Pensées: pequenas reflexões sobre vários assuntos

Posted by Stand to Reason in APOLOGÉTICA

pensees

Por Greg Koukl

Traduzido por Juliana Pellicer Ruza – Artigo original aqui.

Há uma lição a ser aprendida ao usar vinhetas como esta. Algumas vezes, tudo o que se requer é uma pequena reflexão ou uma visão brevemente explicada para colocar uma pedra no sapato de alguém, gentilmente cutucando-o para ver as coisas de uma perspectiva diferente.

Em 1662, um renomado matemático e pensador cristão chamado Blaise Pascal faleceu, deixando uma coleção vagamente organizada de reflexões, escritas em defesa de suas convicções cristãs. Foram publicadas postumamente, sob o título Pensées, que significa simplesmente “pensamentos”.

Algumas vezes se levam páginas e páginas para desenvolver bem um conceito. Outras vezes, uma pequena vinheta será suficiente. Nas próximas duas edições do Solid Ground dividirei com você uma seleção de “pensamentos” que eu reuni ao longo dos anos, sobre uma ampla variedade de assuntos relevantes para seu papel como embaixador cristão.

Incredulidade Inacreditável

O cético diz, “Se Deus apenas se mostrasse para mim em uma forma dramática, miraculosa, eu acreditaria nEle”. Este tipo de pessoa superestima a si mesmo, eu acho. Mesmo milagres podem ser negados ou rejeitados.

Durante a semana da paixão de Jesus, em Jerusalém, Ele foi chamado à Betânia, cidade próxima, pois seu amigo Lázaro estava morrendo. Quando Jesus chegou, Lázaro tinha se ido. Em uma cena dramática, Jesus o chamou para fora do túmulo, vivo, ainda enrolado em vestes mortuárias.

Este foi um milagre espetacular realizado em público, para todos verem. Qual foi a resposta dos líderes judaicos? Eles decidiram matar Jesus. “este homem está fazendo muitos sinais,” Eles disseram. “Se nós o deixarmos continuar assim, todos os homens crerão nele e os romanos virão e levarão tanto o nosso lugar quanto nossa nação.” (Jo 11:47-48).

Mas Jesus não era o único que eles precisavam eliminar. Eles também tinham que se livrar de outra evidência: Lázaro. “Mas os principais sacerdotes planejavam matar Lázaro também, porque por causa dele, muitos dos judeus estavam indo embora, e estavam crendo em Jesus”. (Jo 12:10-11).

Ao invés de caírem de joelhos em resposta a esta óbvia manifestação de poder messiânico, a liderança conspira para matar o próprio homem cuja ressurreição pública era a prova positiva do erro deles. Eu chamo isto de “incredulidade inacreditável”.

Você pensa que se Deus apenas fizesse um milagre isso mudaria o coração rebelde de uma pessoa? Não conte com isso. Jesus disse: “Se Eles não ouviram a Moisés e os profetas, eles não serão persuadidos ainda que alguém se levante dentre os mortos” (Lc 16:31).

Como se diz, um cético com tamanha experiência não buscaria a Deus, buscaria um psiquiatra. Ah, como isso é verdade. O sol derrete a manteiga, mas endurece o barro.

O amor precisa de uma educação

Em Filipenses 1:9-10, Paulo ora para que nosso amor como cristãos seja abundante em “conhecimento real e todo o discernimento”. O apóstolo mostra que o amor precisa de uma educação antes que realmente aprove o que é excelente (v. 10).

O problema é que, o “amor” pode inadvertidamente aprovar o que é mau. Acontece o tempo todo, isto é, pais cristãos de filhos gays que pensam que amar os seus filhos significa total aceitação — e até a celebração de— seu comportamento pecaminoso. Apenas o “verdadeiro discernimento” nos protegerá de nossos sentimentos pessoais distorcerem nossos julgamentos morais. Mesmo emoções como o amor deveriam ser informados teologicamente. Paulo esclarece em outro lugar (1 Co 13:6) que na verdade é falta de amor se regozijar no que é injusto.

“Forçados” a serem pais

Um novo desafio aos pró-vida é a declaração de que as restrições ao aborto na verdade forçam as mulheres a se tornarem mães contrariamente à sua vontade. Isto, claro, parece uma intromissão inconcebível do governo nas nossas vidas privadas.

Eu concordo, ninguém deveria ser forçado a se tornar um pai ou mãe, contra sua vontade, mas esse não é a situação que enfrentamos com o aborto. Se o não nascido é um ser humano, então, a mulher grávida já é uma mãe. É moralmente evidente que nenhum pai ou mãe deva fugir de suas responsabilidades matando seus filhos indesejados. A única forma legítima de escapar de já ser um pai ou mãe é pela adoção.

Claramente, o assunto não é a maternidade indesejada. Se o não nascido é um ser humano, a mulher já é a mãe da criança. Ela não deveria ser autorizada a tirar a vida dele porque não deseja continuar sendo mãe.

Como Deus “Ouve” Orações

Como Deus pode ouvir todas as nossas orações de uma vez? Isto é o que crianças perguntam, mas a questão surge entre adultos também. A resposta é simples, contudo.

Deus não conhece os nossos pedidos ao ouvi-los. Já que Deus é onisciente – Ele conhece todas as coisas, incluindo nossas orações antes que as oremos – Ele não recebe nenhuma informação quando oramos. Ele sempre soube qual seria a nossa oração. Por ter sempre sabido, ele também sempre soube o que ele responderia. Os propósitos de sua vontade com relação à oração foram eternamente estabelecidos.

A oração não é uma cerimônia vazia, todavia. O conhecimento de Deus sobre a nossa oração depende de nós orarmos. Se não orarmos, não há oração para que Deus tenha conhecido antecipadamente. Ele apenas conhece nossas orações de antemão, porque nós escolhemos orá-las no futuro. É por isso que, mesmo com um Deus que conhece todas as coisas – incluindo as orações antes de serem feitas — a oração ainda importa.

Estar consciente das probabilidades e das consequências

Como sabemos quando sacar nossas armas a uma ideia e quando mudar nosso ponto de vista? Aqui está minha sugestão: Fique com a sua visão tão tenazmente quanto a evidência permita. Seja gracioso em todo o tempo. E seja humilde para mudar seu ponto de vista quando a evidência garanta isso.

O que quero dizer é o seguinte. Há algumas ideias que eu pesquisei e sobre as quais pensei muito cuidadosamente. Posso expor meu argumento pra qualquer um considerar. Embora seja sempre possível que eu esteja enganado, ainda assim tenho confiança porque posso defender minhas convicções com boas evidências. Porque eu fiz minha lição de casa, não vou me render a estas visões facilmente.

Nas coisas sobre as quais não pensei, contudo, sou cauteloso. Posso ter opiniões, mas não vou defende-las agressivamente. Direi “Este é o meu pensamento agora, e aqui estão minhas razões, mas eu posso estar errado. Preciso trabalhar mais nisto. O que você acha?”

É bom adquirir o hábito de dizer: “Eu poderia estar errado.” Olhe os outros pontos de vista tão honestamente quanto você puder. Há mérito na ideia? Há erro no seu próprio pensamento ou uma aplicação errada de um versículo? Você estava cego para algo que parece óbvio para todos os outros? Continue voltando para as razões, mas não tenha medo de manter seu olho aberto para algo que você tem considerado.

Os resultados do dogmatismo quando nos apegamos à nossos pontos de vista sem as justificativas adequadas. Não é uma forma atrativa de representar Cristo. Pior, podemos acabar vigorosamente defendendo um ponto de vista falso.

Muletas de Borracha

Quando as pessoas me perguntam: “Cristo não é apenas uma muleta?” Eu tenho uma simples resposta. Eu digo a eles “Você está certo. Cristo é uma muleta, mas você fez a pergunta errada.” Ninguém culpa uma pessoa manca por usar uma bengala. Mancos precisam de bengalas. A pergunta verdadeira é: “Sou um manco?”

O fato é que todos se apoiam em alguma coisa. Como um cristão, eu me apoio em Jesus, porque ele é uma bengala que pode me sustentar. E você? A questão real não é se você está ou não se apoiando em uma muleta. Todos estão. A questão real é “Sua muleta pode sustentar você?”

Quando eu era uma criança e alguém me dizia uma piada boba, nós dizíamos “Essa é uma piada engraçada quanto uma muleta de borracha”. O fato é que “muletas de borracha” não são engraçadas. Acontece que, contudo, muitas pessoas estão se apoiando em muletas que nunca as sustentarão.

Qual a sua fantasia? O que faz sua vida funcionar para você? Um relacionamento? Uma carreira? Uma conta bancária? Sua saúde? Poder? Cada um deles é uma muleta de borracha. Se aquilo de que você depende para segurança e significado pode estar aqui hoje e não estar amanhã, então você está com problemas. Você está se apoiando em uma muleta de borracha. E isso não é engraçado.

Sim, os cristãos se apoiam em Cristo. Chame isso de uma muleta, se você quiser, mas nossa muleta pode nos sustentar. Um cristão é alguém que admite sua profunda necessidade. Ele sabe que está destruído de todas as formas e precisa de ajuda.

Quando você finalmente cai na real e percebe que está realmente destruído, Cristo não é apenas uma muleta – Ele é um sistema de auxílio para a vida.

Duplo Padrão Quanto ao Problema do Mal

Se a verdade fosse conhecida, não julgamos os desastres baseados em avaliação moral sem preconceitos, mas sim no que é doloroso, estranho ou inconveniente para nós. Não perguntamos “Onde está Deus?” quando nosso prazer vem pelo preço da dor do outro (isto é, quando o nosso adultério destrói um casamento e as vidas das crianças envolvidas).

A razão é que nós não queremos Deus farejando os cantos escuros da nossa própria má conduta. Ao contrário, lutamos contra a intervenção, quando qualquer mal que Deus permite nos traz benefício pessoal. Nós não o queremos realmente nos impedindo de machucar os outros; nós apenas protestamos quando ele não impede os outros de nos machucarem.

Todas as religiões são igualmente boas?

O conceito de que todas as religiões são igualmente boas é errado porque não presta atenção suficiente ao produto final. Muitas religiões tem bons ensinamentos morais, mas qualquer religião que dá benefícios temporais sem finamente nos levar ao verdadeiro Deus está tratando o sintoma e não a doença.

Há um problema filosófico sério em dizer que todas as religiões são igualmente boas em última análise. Suas ideias contraditórias sobre Deus e a vida após a morte e uma série de ouras coisas não podem estar todas corretas ao mesmo tempo. Alguém deve estar errado.

Se questões de religião tem consequências eternas, então erros de pensamento são infinitamente trágicos. Parafraseando Karl Marx, falsa religião é o ópio do povo. Ela acalma, mas não cura.

Deus à Imagem do Homem?

Se fôssemos inventar um deus, como ele seria? Se confeccionássemos um deus à nossa própria escolha, criaríamos um deus como o da Bíblia? Um deus formado por mãos humanas espelharia sensibilidades e inclinações humanas. Ele pensaria e agiria, mais ou menos, como nós. Como nossa invenção, sua moralidade refletiria nossos desejos. Quando errássemos, ele expressaria sua desaprovação e então dispensaria nossas fragilidades com um dar de ombros afetuoso, como se dissesse que “crianças sempre serão crianças”. Afinal de contas, ninguém é perfeito. E este é o tipo de deus que muitas religiões parecem produzir.

O curioso sobre o Deus da Bíblia é o quanto ele é diferente de nós. Sua sabedoria nos confunde; Sua pureza nos assusta. Ele faz exigências morais que não podemos cumprir, então ameaça retribuir se não obedecermos. Ao invés de estar às nossas ordens, ele desafia manipulações. Em sua economia, os fracos e humildes prevalecem e os últimos se tornam os primeiros.

Este é o tipo de deus que inventaríamos? Ele é o tipo de deus que criaríamos se fôssemos deixados à nossa própria sorte? Ou vimos o verdadeiro Deus e trememos, fechamos nossos olhos, escondemos nossa face e viramos as nossas costas?

Você já foi uma criança não nascida?

Não parece fazer sentido dizer que um dia você foi um espermatozoide ou um óvulo. Faz sentido, contudo, falar sobre você antes de você ter nascido? Você se virou dentro do útero de sua mãe ou chutou quando foi despertado por um barulho alto? Você chupou seu dedo? Estas experiências foram suas ou de outra pessoa?

Se você foi uma criança não nascida que sua mãe carregou, então você tem que aceitar uma verdade inegável; matar esta criança pelo aborto teria matado você. Não um potencial você. Não um possível você. Não um futuro você. O aborto teria matado você.

É por isso que o aborto é trágico. Mata mais do que um corpo humano. Mata um ser humano de valor.

Sou só um pouco pecador

Aqueles que pensam que são “basicamente bons” deveriam fazer uma pequena conta matemática. Contar apenas os pecados que você cometeu dos dez anos aos sessenta – apenas estes cinquenta anos – quantos pecados você teria cometido se apenas pecasse dez vezes por dia?

Este é um número bastante modesto, de qualquer forma, dez pecados por dia. Mantenha em mente que não estamos falando apenas de assassinato, roubo, furto e coisas parecidas, mas de todas as formas de ofensas contra Deus, incluindo as atitudes do seu coração, e os motivos assim como as ações.

Então, qual é a soma? Pecar apenas dez vezes por dia por cinquenta anos soma 182,500 infrações da lei. Que juiz deixaria você escapar com este tipo de folha de antecedentes?  E este é o melhor dos cenários.

Basicamente bom? Sem chance.

O aborto é um holocausto?

Os judeus recuam diante da utilização da palavra “holocausto” para descrever o aborto legalizado. Para eles é uma ofensa à memória dos seis milhões de judeus que pereceram sob o Terceiro Reich. O Holocausto Judeu foi obviamente mais hediondo do que a mesma quantidade de abortos seria.

Pense nisso por um minuto, contudo.

Note, primeiro, que esta objeção depende, para sua força, de uma negação tácita de que o não nascido é um ser humano completo. Se é, quem diria que tirar a vida de um jovem (neste caso, muito jovem) não é o equivalente moral de tirar a vida de um adulto? Geralmente, ficamos mais chocados quando uma vida jovem é tirada, embora tanto um jovem quanto um velho são igualmente valorosos em virtude de sua humanidade.

Parece haver um senso, contudo, no qual o mal do Holocausto nazista foi composto pelas circunstâncias sob as quais ocorreu. Seres humanos abortados morrem relativamente rápido e sem ou com pouca angústia mental. (isto certamente nem sempre é verdade, mas essa é outra questão) Os judeus, por outro lado, foram tratados como animais – aterrorizados, perseguidos, estuprados, espancados e então, finalmente mortos.

O holocausto nazista foi pior que o holocausto do aborto, não porque os não nascidos não são humanos, mas por causa das condições de barbárie sob as quais os nazistas eliminaram aqueles que não mais valorizavam. Ambos são indescritivelmente maus, puramente baseados no número de vidas sacrificadas. No caso do holocausto dos judeus, contudo, a maldade é composta pelas circunstâncias nas quais ocorreu.

Claramente, nem todos os holocaustos são iguais. Alguns são mais graves devido ao sofrimento adicional, perdas, e assalto à dignidade humana que acarretam. Ainda assim, a destruição de 3000 crianças não nascidas por dia na América nos últimos 40 anos é um holocausto de magnitude relevante, já que seres humanos valorosos estão sendo arbitrariamente destruídos.

Nossas vidas são nossas?

A vida é um dom com um propósito transcendente a ser cumprido, ou nós somos donos de nós mesmos e temos o direito de fazer com os nossos corpos o que quisermos? Este é um elemento crucial que normalmente é deixado de fora do debate do suicídio assistido. Nossas vidas são nossas?

Esta questão pode ser respondida com um pouco de reflexão. Por que nos sentimos compelidos a convencer alguém a não cometer suicídio? Por que tentar dissuadi-lo? A razão é a de que temos um senso intuitivo de que a vida tem propósito transcendente. Estamos tão certos disso, que tentamos impedir as pessoas de se matarem e de “desperdiçarem” suas vidas.

Uma vida só pode ser desperdiçada se ela tiver um propósito que nunca é cumprido. Se não há propósito na vida, não há tragédia quando uma criança é natimorta, ou quando terroristas atacam uma creche ou quando estudantes do ensino médio são mortos em um acidente de avião, embora todos estes morram “antes do tempo”.

Note que a noção de morte “fora de hora” aqui, não tem relação com os objetivos pessoais de alguém. O objetivo de um suicida é morrer, um propósito que ele cumpre ao tirar sua vida. Uma criança que morre inesperadamente não tem aspirações ou objetivos próprios. Mesmo assim nos dois casos temos esta suspeita insistente de que alguma coisa está errada.

Nosso senso de tragédia está em nossa convicção de que estas pessoas não cumpriram com o propósito maior de suas vidas, um maior do que os seus desejos temporais. Se este propósito existe – e nossas intuições sugerem que existe –  então as nossas vidas não são nossas para fazermos com elas o que quisermos.

Deus deixou muito claro que não somos os senhores de nossas próprias vidas. Nossa existência não é algo que possuímos, mas uma vida sagrada que nos é confiada. O mandamento “Não matarás” nos proíbe de tirar uma vida humana inocente. Ele se aplica a tirar nossas próprias vidas e não apenas as vidas dos outros.

Há uma razão para isso. O quinto mandamento foi dado não porque o homicídio viola a liberdade pessoal ao tirar algo que pertence a alguém – sua vida. Isto está coberto pelo sétimo mandamento “Não furtarás”. Ao contrário, proíbe a destruição despropositada de um ser humano, porque ele é feito à imagem de Deus (Gn 9:6). O homicídio é, em primeiro lugar, um crime contra Deus.

Nossas vidas não são nossas, elas são um presente com um propósito a ser cumprido.

Liberdade e Racionalidade

Eis um argumento contra o determinismo naturalista baseado no relacionamento entre o livre arbítrio e a racionalidade.

O livre arbítrio torna a racionalidade possível. Se não há livre arbítrio, ninguém é capaz de escolher crer em algo por causa de boas razões. Uma pessoa nunca poderia escolher entre uma boa ideia e uma má ideia. Ela apenas creria naquilo que foi predeterminada a crer. Argumentos não teriam importância.

É por isso que é estranho ouvir alguém falar sobre determinismo. Se ele estiver certo, então sua condenação não é realmente baseada em razões – nos méritos da própria consideração – mas sim em condições anteriores que causam sua crença. Ela foi determinada a crer no determinismo, e nós fomos determinados a crer na liberdade.

Então, estranhamente, se não há livre arbítrio, ninguém poderia saber disso, já que nunca poderiam concluir tal coisa baseado em deliberação racional. Pelo contrário, sua crença seria um resultado da circunstância, completamente além de seu controle racional.

Conclusão

Há uma lição a ser aprendida ao usar vinhetas como estas. Algumas vezes tudo o que se precisa é uma pequena reflexão ou um pensamento brevemente explicado para colocar uma pedra no sapato de alguém, gentilmente o levando a ver as coisas por uma perspectiva diferente.

Muitas das suas interações serão com pessoas que você verá novamente, já que tem um relacionamento com elas. Isso significa que muito do esforço será de plantar e cultivar ao invés de colher.

Como um embaixador cristão, esteja pronto a dar pequenos passos, envolvendo alguém, ao longo do tempo. Oferecer pequenas porções como as acima é uma boa forma de fazê-las pensar e, com sorte, leva-las em direção a Jesus.

 

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