A influência do pensamento social de Martinho Lutero

Posted by Djesniel Krause in Cosmovisão

pensamento lutero

Por Djesniel Krause

No ano de 2017 comemora-se 500 anos desde que o sacerdote católico Martinho Lutero afixou às portas da igreja do castelo de Wittenberg, 95 teses que questionavam a venda de indulgências para remissão de pecados.

Assim, é uma época propícia para refletir sobre a influência que o pensamento e as obras de Martinho Lutero causaram sobre o mundo ocidental.

Não apenas a teologia foi assunto dos reformadores, também a política, a educação, a economia e a moral foram fortemente influenciadas por Lutero e a subsequente Reforma Protestante, o historiador Bruce Shelley comenta que as conquistas de Lutero “transformaram não só o cristianismo como a civilização ocidental”[1].

É importante ressaltar, que como afirma Dinesh D’Souza, que “não é preciso ser cristão, nem mesmo possuir qualquer crença para reconhecer que a fé ocidental fez muito para melhorar a vida humana e reduzir o sofrimento humano”[2]

Um bom exemplo disto é Bart Ehrman, um estudioso do Novo Testamento que se identifica como “agnóstico com inclinações ateístas”[3], Ehrman reconhece “o enorme bem feito no passado e no presente por homens e mulheres cristãos esforçados e bem-intencionados, que trazem benefícios incalculáveis ao mundo, tanto para sociedades inteiras quanto para indivíduos”[4].

Com isto em mente, passa-se agora a refletir sobre a vida e obra do reformador, bem como seu papel no desenvolvimento da cultura ocidental.

Martin Dreher comenta que as teses de Lutero “representavam uma comunicação que era afixada no quadro mural da universidade, a porta da igreja. Ali, outros já haviam afixado teses”[5], Geoffrey Blainey acrescenta que “aquele gesto representou mais uma convocação para o debate do que um ato de rebeldia”[6].

Lutero não esperava mais do que um debate acadêmico acerca das indulgências, mas suas teses foram divulgadas e tiveram tanta repercussão que serviram “como faísca, dando início a uma conflagração que veio a ser o maior levante intelectual e espiritual jamais ocorrido na Europa”[7].

“Ao final da Idade Média, a necessidade de reforma e renovação dentro da igreja cristã na Alemanha e em outros lugares se tornara tão óbvia que já não podia mais ser ignorada”[8].

O clero católico vivia uma verdadeira crise moral, um claro exemplo foi o papa Alexandre VI, um “membro da família Bórgia […], conseguiu comprar sua vitória para o papado em 1492 a despeito de ser fato conhecido de todos que ele tinha diversas amantes e, pelo menos, sete filhos ilegítimos”[9], também pode-se citar “o francês Antoine Du Prat, arcebispo de Sens, compareceu a apenas um culto em sua catedral; além disso, sua presença e atuação nesse culto foram um tanto passivas, visto que se tratava do seu funeral”[10].

Até mesmo o grande escritor ateu Friedrich Nietzsche queixa-se de que “Lutero restabeleceu a igreja”[11] justamente em uma época em que “o cristianismo, não estava mais sentado na cadeira do papa!”[12].

Neste contexto, a atitude de Lutero recebeu o apoio de humanistas como Erasmo de Roterdã (que mais tarde viria a ser alvo de duras críticas de Lutero em relação ao livre arbítrio) e o apoio de príncipes e magistrados como Frederico, o Sábio, (responsável pelo ‘sequestro’ de Lutero, que o manteve a salvo no Castelo de Wartburg, onde traduziu o Novo Testamento para o alemão, tendo como base a edição em grego publicada por Erasmo de Roterdã).

A decisão de Lutero em traduzir a Bíblia para o vernáculo surge a partir da ideia de que a Bíblia, e não o papa, os concílios ou a tradição deve ser a autoridade máxima sobre a igreja, pois como Lutero argumenta em seu discurso na Dieta de Worms em 1521, “não aceito a autoridade de papas e concílios, pois eles se contradizem uns aos outros. Minha consciência é cativa à Palavra de Deus”[13].

Este princípio ficou conhecido como Sola Scriptura, termo latino que significa Somente as Escrituras, não no sentido de que os reformadores não se baseassem também na tradição, Lutero e os outros reformadores eram ávidos leitores de Agostinho de Hipona e dos demais autores patrísticos, mas a sua autoridade derivada de sua concordância com as Escrituras, nunca havendo a possibilidade de a tradição, os papas ou concílios sobrepujarem a autoridade bíblica.

A partir disto, ocorre que “numa igreja, na qual vale o sola scriptura, não deve haver analfabetos”[14], então Lutero e outros reformadores, em especial Filipe Melancton, defenderam a necessidade da alfabetização do povo em geral e da freqüência das crianças às escolas, inclusive as meninas, Frauer e Morgner comentam que “ambos os reformadores defenderam veementemente que a freqüência escolar se tornasse obrigatória para todos na Alemanha. Assim, a Reforma também foi um movimento educacional”[15].

Conforme o filósofo indiano Vishal Mangalwadi, “o desejo de ler a Bíblia se tornou o combustível que colocou em movimento o motor da alfabetização da Europa”[16].

Mangalwadi prossegue afirmando que Lutero:

Compreendeu que, para se conformar à Palavra de Deus, os filhos de Deus precisavam ter essa Palavra em sua língua. Ele traduziu a Bíblia para seu próprio dialeto da língua alemã. Sua tradução teve centenas de edições e se tornou o “alemão padrão” para todo o mundo de fala alemã. Junto com seu hinário, sua tradução da Bíblia moldou a alma das nações falantes de alemão. A obra de Lutero inspirou outros Reformadores, como William Tyndale, que traduziu a Bíblia para o inglês. Isso fez que a Bíblia também se tornasse a alma do mundo de fala inglesa[17].

Vale mencionar que os ingleses já tiveram uma Bíblia traduzida para a sua língua, Wycliffe e os lolardos precederam Tyndale neste empreendimento, porém a tradução de Wycliffe baseava-se na Vulgata Latina, tradução de Jerônimo, escrita entre os séculos IV e V, e foi duramente resistida pelas autoridades eclesiais e pela coroa inglesa, restando poucas unidades da mesma no século XVI.

Também a versão de Tyndale sofreu grande aversão por parte das autoridades, Cuthbert Tunstall, bispo em Londres, por um exemplo, queimou diversas cópias da Bíblia traduzida por Tyndale, “no verão de 1529 ele comprou todo o estoque de Bíblias que havia na Antuérpia, no outro lado do Canal da Mancha, para queimá-las em uma fogueira imensa”[18], conforme comenta John Foxe, “o Bispo de Londres ficou com os livros, Packington [o comerciante responsável pela venda] com os agradecimentos e Tyndale com o dinheiro”[19] a ironia é que Tyndale usou os recursos provindos desta aquisição de Tunstall para melhorar sua tradução da Bíblia e publicar uma nova edição revisada.

Mais tarde Tyndale pagou com sua própria vida por suas convicções religiosas.

A partir da ideia do Sola Scritura, e com a Bíblia traduzida, sendo amplamente impressa, adquirida e divulgada,

As pessoas começaram a questionar e julgar cada tradição da igreja e cada decisão do rei. Elas foram capazes de questionar autoridades religiosas e políticas que agora tinham nas mãos a própria Palavra de Deus. A Palavra de Deus era uma autoridade maior que a da igreja e a do governo juntos[20].

Não deve-se entender, no entanto, que Lutero tinha o governo secular em baixa estima, antes, o via como instituído por Deus, e o considerava Sua mão esquerda, porquanto a igreja era Sua mão direita.

Timothy George afirma que “Lutero afirmava que o Estado era ordenado por Deus fundamentalmente para reprimir os malfeitores e preservar a paz e a ordem no mundo”[21].

Lutero então considera que “se todas as pessoas fossem cristãos autênticos, isto é, verdadeiros crentes, são seriam necessários nem de proveito príncipe, rei ou senhor, nem espada nem lei”[22], Lutero explica: “porque o justo faz, por si mesmo, tudo e mais ainda do que o exigido por todas as leis. Os injustos em contraposição nada fazem que seja justo; por isso necessitam da lei que os ensina, obriga e pressiona para agirem bem”[23].

Diante disto, Martin Dreher comenta que “o escrito de Lutero pode ser considerado ‘utopia’, a exemplo da que foi formulada por Tomás Morus. Nele não há uma ilha, localizada em algum lugar, mas uma infinidade de pequenas ilhas dos verdadeiros crentes no mar da descrença”[24], entretanto, vale ressaltar que Lutero considera que o cristão “é simultaneamente pecador e justo”[25].

Assim, embora espera-se do cristão uma moral mais elevada do que as pessoas que não se preocupam com as leis de Deus, também os cristãos podem vez por outra cair em tentação e precisar serem barrados e corrigidos pelo Estado.

Uma dúvida pertinente que emerge a partir dos escritos de Lutero acerca do Estado e seus limites é: uma vez que o poder secular é ordenado e instituído por Deus, é lícito ao cristão resistir à autoridade secular, a exemplo, um tirano injusto e cruel?

McGrath comenta que “muitos consideram que o fato de a igreja alemã não ter se oposto a Hitler na década de 1930 reflete a inadequação do pensamento político de Lutero. Até mesmo Hitler, pensavam alguns cristãos alemães, era um instrumento de Deus”[26].

Entretanto, conforme destaca Dreher, “Lutero fez uma crítica fundamental ao uso do poder. Ele não pode ter finalidade em si mesmo, senão será bestial. O poder só existe como serviço em favor das pessoas que estão confiadas àquele que exerce poder”[27].

Lutero defende de modo claro os limites da autoridade secular, ela não tem autoridade sobre assuntos espirituais, não pode, portanto, ditar em que os cidadãos devem ou não crer, em suas palavras:

Se, pois, teu príncipe ou senhor temporal te ordenar que te coloques do lado do papa, ou que creias isto ou aquilo, ou se te ordenar entregar livros, deves dizer-lhe: “Lúcifer não tem o direito de assentar-se ao lado de Deus. Amado senhor, é meu dever obedecer-vos com corpo e bens. Daí-me ordens na medida de vosso poder na terra, e obedecerei. Contudo, se me ordenais crer e entregar livros, não obedecerei. Pois neste caso sois tirano e vos excedeis. Dais ordens onde não tendes nem direito nem poder, etc”[28].

Embora alguns cristãos de fato apoiaram Hitler no século XX, vale lembrar da resistência por parte de cristãos comprometidos tal como Martin Niemöller e Dietrich Bonhoeffer.

Pela menção à Hitler, vale também mencionar a acusação de que Lutero, perto do fim de sua vida, escreveu um livro intitulado Sobre os judeus e suas mentiras, encorajando, entre outras coisas, a destruição de sinagogas e casas de judeus, o recolhimento do Talmude e o confisco de bens.

Alega-se que escritos como esse teriam servido de inspiração às atrocidades cometidas por Hitler.

Primeiramente, como afirma Morgner, “uma coisa é certa: em momento algum ele foi movido pelas mesmas motivações racistas que se levantaram durante o Terceiro Reich. Não há uma linha direta de Lutero a Auschwitz”[29].

É necessário também ressaltar que em grande parte de sua vida, Lutero manteve-se muito tolerante em relação aos judeus, enquanto a prática comum era o ódio contra eles.

“Lutero se mostrou um pioneiro da tolerância religiosa. Ele queria servir aos judeus e inspirá-los a se tornarem cristãos”[30], ele tinha esperanças, de que com a Bíblia no vernáculo, os judeus poderiam ler o Novo Testamento e identificar em Jesus o cumprimento das profecias do Antigo Testamento, tais como as do livro de Isaías, entretanto, sua esperança não se concretizou, gerando uma frustração significativa.

Sobre os judeus e suas mentiras surge como uma resposta a uma publicação judaica de 1541 que “infelizmente se perdeu. Aparentemente ele contém calúnias pesadas contra Cristo e a virgem Maria. Lutero ficou profundamente ofendido em sua fé”[31].

O foco do presente texto, entretanto, não é defender Lutero de seus erros e exageros e sim refletir acerca da influência do reformador sobre o mundo moderno, segue-se o desafio.

Outro aspecto importante na obra de Lutero é a questão das vocações.

Durante a idade média, quando se falava em vocação, tinha-se em mente a vocação religiosa, homens e mulheres com condições naturais para servirem a Deus em mosteiros e paróquias, porém como ressalta John Frame, “a reforma ampliou o termo para incluir todos os crentes, de modo que até os que têm trabalho secular possuem chamados divinos”[32].

Segundo Lutero:

Inventou-se que o papa, os bispos, os sacerdotes e os monges sejam chamados de estamento espiritual; príncipes, senhores, artesãos e agricultores, de estamento secular […]. Mas que ninguém se intimide por causa disso […]: todos os cristãos são verdadeiramente de estamento espiritual, e não há qualquer diferença entre eles a não ser exclusivamente por força do ofício[33].

Lutero prossegue afirmando de modo ainda mais enfático que “assim pois todos nós somos ordenados sacerdotes através do Batismo”[34].

Roland Bainton também comenta que “ao estender o sacerdócio a todos os crentes, ele semelhantemente havia estendido o conceito de vocação, de chamado divino, a todas as ocupações terrenas”[35], em outras palavras, “nenhum seguidor de Cristo tem um trabalho secular. Todos atendemos ao chamado sagrado”[36].

Tal ideia elevou a concepção de trabalho, considerando-o como um serviço prestado ao próprio Deus, Malgalwadi ainda observa que “quando um sapateiro faz seus sapatos para Deus, ele não usa material de qualidade inferior nem faz um serviço malfeito; antes, seu trabalho é da mais alta qualidade”[37], isto alavancou o desenvolvimento tecnológico, econômico e moral na Europa do século XVI.

Conforme argumenta Alister McGrath, “não foi por acaso que as regiões da Europa que adotaram o protestantismo logo passaram a prosperar economicamente – não era uma consequência intencional e premeditada, mas sim um subproduto da nova importância religiosa dada ao trabalho”[38].

Evidencia-se, deste modo, a ampla influência de Martinho Lutero sobre as ideias de educação pública, governo limitado, ética de trabalho e muito mais, Lutero sem dúvidas foi e continua sendo uma das pessoas mais influentes do segundo milênio da era cristã, a comemoração dos 500 anos da Reforma Protestante deve servir de motivação para o estudo sério e comprometido de suas ideias bem como os efeitos delas sobre o mundo ocidental e seu potencial transformador para o benefício da sociedade.

NOTAS:

[1] SHELLEY, Bruce L. História do cristianismo ao alcance de todos: uma narrativa do desenvolvimento da Igreja Cristã através dos séculos. São Paulo: Shedd Publicações, 2004, p. 274.

[2] D’SOUZA, Dinesh. A verdade sobre o cristianismo: por que a religião criada por Jesus é moderna, fascinante e inquestionável. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2008, p. 88.

[3] EHRMAN, Bart, D. Jesus existiu ou não? Rio de Janeiro: Agir, 2014, p. 13.

[4] EHRMAN, 2014, p. 329.

[5] DREHER, Martin, N. De Luder a Lutero: uma biografia. São Leopoldo: Sinodal, 2014, p. 85.

[6] BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do cristianismo. São Paulo: Editora Fundamento Educacional, 2012, p. 174.

[7] MCGRATH, Alister. Lutero e a teologia da cruz: a ruptura teológica de Martinho Lutero. São Paulo: Cultura Cristã, 2014, p. 33.

[8] MCGRATH, 2014, p. 22.

[9] MCGRATH, Alister. A revolução protestante: uma provocante história do protestantismo contada desde o século 16 até os dias de hoje. Brasília: Palavra, 2012, p. 28.

[10] MCGRATH, Alister. O pensamento da Reforma: idéias que influenciaram o mundo e continuam a moldar a sociedade. São Paulo: Cultura Cristã, 2014, p. 18.

[11] NIETZSCHE, Friedrich. O anticristo: maldição contra o cristianismo. In: NIETZSCHE, Friedrich. Obras escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 2013, p. 433.

[12] NIETZSHCE. In: NIETZSCHE, 2013, p. 433.

[13] LUTERO, Martinho. Apud BAINTON, Roland H. Cativo à Palavra: a vida de Martinho Lutero. São Paulo: Vida Nova, 2017, p. 191.

[14] DIETZ. In: SCHWAMBACH, Claus (Coord.). Reforma e educação: anais do 1º Simpósio Internacional de Lutero: Igreja sempre em reforma – 2017: 500 anos da Reforma. São Bento do Sul: União Cristã, 2013, p. 196.

[15] FRAUER; MORGNER. In: MORGNER, Christoph (Ed.). Tinta, teses, temperamentos: seguindo os passos de Martinho Lutero. Curitiba: Editora Esperança, 2017, p. 135.

[16] MANGALWADI, Vishal. O livro que fez o seu mundo: como a Bíblia criou a alma da civilização ocidental. São Paulo: Editora Vida, 2012, p. 252.

[17] MANGALWADI, 2012, p. 36.

[18] MANGALWADI, 2012, p. 170.

[19] FOXE, John. O livro dos mártires. São Paulo: Mundo Cristão, 2005, p. 129.

[20] MANGALWADI, 2012, p. 114.

[21] GEORGE, Timothy. Teologia dos reformadores. São Paulo: Vida Nova, 1993, p. 100.

[22] LUTERO, Martinho. Da Autoridade Secular, até que ponto se lhe deve obediência. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.6. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 1996, p. 85.

[23] LUTERO. In: LUTERO, 1996, p. 85.

[24] DREHER, 2014, p. 213-214.

[25] LUTERO, Martinho. A Epístola do Bem-aventurado Apóstolo Paulo aos Romanos. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.8. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 2003, p. 276.

[26] MCGRATH, 2014, p. 246.

[27] DREHER, 2014, p. 176.

[28] LUTERO. In: LUTERO, 1996, p. 102.

[29] MORGNER. In: MORGNER, 2017, p. 105.

[30] MORGNER. In: MORGNER, 2017, p. 107.

[31] MORGNER. In: MORGNER, 2017, P. 109.

[32] FRAME, John. A doutrina da vida cristã: como viver num mundo caído, mas em comunhão com o Deus vivo. Como tomar decisões com base na ética. Uma análise da ética ensinada na Bíblia, com destaque para os dez mandamentos. Uma abordagem da relação entre Cristo e a cultura humana. São Paulo: Cultura Cristã, 2013, p. 307.

[33] LUTERO, Martinho. À Nobreza Cristã da Nação Alemã, acerca da Melhoria do Estamento Cristão In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.2. 2 ed. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 2000, p. 282.

[34] LUTERO. In: LUTERO, 2000, p. 282.

[35] BAINTON, 2017, p. 240.

[36] ZACHARIAS, Ravi. O grande tecelão: como Deus nos molda por meio dos acontecimentos da vida. São Paulo: Shedd Publicações, 2009, p. 65.

[37] MANGALWADI, 2012, p. 383.

[38] MCGRATH, 2014, p. 291.

REFERÊNCIAS:

BAINTON, Roland H. Cativo à Palavra: a vida de Martinho Lutero. São Paulo: Vida Nova, 2017.

BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do cristianismo. São Paulo: Editora Fundamento Educacional, 2012.

D’SOUZA, Dinesh. A verdade sobre o cristianismo: por que a religião criada por Jesus é moderna, fascinante e inquestionável. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2008.

DREHER, Martin, N. De Luder a Lutero: uma biografia. São Leopoldo: Sinodal, 2014.

EHRMAN, Bart, D. Jesus existiu ou não? Rio de Janeiro: Agir, 2014.

FOXE, John. O livro dos mártires. São Paulo: Mundo Cristão, 2005.

FRAME, John. A doutrina da vida cristã: como viver num mundo caído, mas em comunhão com o Deus vivo. Como tomar decisões com base na ética. Uma análise da ética ensinada na Bíblia, com destaque para os dez mandamentos. Uma abordagem da relação entre Cristo e a cultura humana. São Paulo: Cultura Cristã, 2013.

GEORGE, Timothy. Teologia dos reformadores. São Paulo: Vida Nova, 1993.

LUTERO, Martinho. A Epístola do Bem-aventurado Apóstolo Paulo aos Romanos. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.8. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 2003.

_____. À Nobreza Cristã da Nação Alemã, acerca da Melhoria do Estamento Cristão In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.2. 2 ed. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 2000.

_____. Da Autoridade Secular, até que ponto se lhe deve obediência. In: LUTERO, Martinho. Obras Selecionadas. Vol.6. São Leopoldo e Porto Alegre: Editora Sinodal e Concórdia Editora, 1996.

MANGALWADI, Vishal. O livro que fez o seu mundo: como a Bíblia criou a alma da civilização ocidental. São Paulo: Editora Vida, 2012.

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NIETZSCHE, Friedrich. O anticristo: maldição contra o cristianismo. In: NIETZSCHE, Friedrich. Obras escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 2013.

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SHELLEY, Bruce L. História do cristianismo ao alcance de todos: uma narrativa do desenvolvimento da Igreja Cristã através dos séculos. São Paulo: Shedd Publicações, 2004.

ZACHARIAS, Ravi. O grande tecelão: como Deus nos molda por meio dos acontecimentos da vida. São Paulo: Shedd Publicações, 2009.

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