inversao de autoridade

Por Silas Alves Figueira

Por que me chamais Senhor, Senhor e não fazeis o que vos mando? Lc 6.46

Estamos vivendo uma grande crise, seja na igreja, em nossos lares, na sociedade e esta crise se chama “Crise de Autoridade”. E esta crise não vem de hoje, mas de muito tempo. O texto de Lucas 6.46 nos diz que o Senhor Jesus estava mostrando essa crise. As pessoas o chamavam de Senhor, e Ele o é, no entanto não faziam o que Ele mandava. E já que os homens não se sujeitam a autoridade divina, automaticamente não se sujeitarão as autoridades constituídas também. Seja ela a dos pais e as da sociedade. Estamos vivendo uma época onde encontramos muitos “caciques, mas poucos índios”.

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veneno_serpente

Por Flávio Santos

No antigo Testamento, quando o povo peregrinava em direção à terra prometida, algumas pessoas se rebelaram contra Moisés e Deus. Então, o Senhor enviou serpentes que picaram o povo e muita gente morreu. O povo percebendo o seu pecado pediu a Moisés que orasse ao Senhor. Moisés orou, e o Senhor em resposta, pediu que ele fizesse uma serpente e a colocasse sobre uma haste para que todos aqueles que olhassem para ela vivessem. Moisés fez a serpente e a levantou no meio do povo, e os que tinham sido picados não morreram. Nm 21. 5 – 9

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CRISTIANISMO_SIMPLES

Por Robson T. Fernandes

Antes de qualquer coisa é preciso entender que em primeira ou em última instâncias todo cristão terá seu conjunto de crenças, mesmo que este não receba um título teológico formal. Isso é o resultado natural e decorrente do estudo da Bíblia.

Alguém que estuda a Bíblia sempre terá uma opinião sobre quem é Jesus, Deus, Trindade, Inspiração, Salvação, volta de Cristo etc., e o fato desse conjunto de pensamentos receber um título teológico não significa que o cristianismo está perdendo a sua simplicidade.

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jesus-stv

Por Marcelo Berti

Adorar a Jesus é idolatria,” de acordo com a Sociedade Torre da Vigia [STV]. De acordo com essa entidade religiosa, “a Bíblia deixa bem claro [...] que a adoração — no sentido de reverência e devoção religiosas — deve ser dirigida unicamente a Deus. Moisés o descreveu como ‘um Deus que exige devoção exclusiva’.” [É correto adorar a Jesus? - Despertai, 2000, pp.27]. Oferecer adoração a Jesus Cristo seria uma violação desse princípio, e portanto, um ato de idolatria. De acordo com a STV, Jesus é digno da nossa homenagem, mas não da nossa adoração, afinal, apenas Jeová é digno de adoração.

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A tentação de Jesus

Postado por Silas Alves Figueira em REFLEXÕES TEOLÓGICAS - (Comentários desativados)

tentacao_jesus_deserto

Por Silas Alves Figueira

Texto base: Mt 4.1-11

INTRODUÇÃO

Conta-se a história de um vendedor que estava procurando uma vaga para estacionar seu carro. Rodou alguns quarteirões uma vez, duas vezes, várias vezes, e finalmente, já em desespero, deixou o carro numa , e pôs no para-brisa um bilhete: “Seu guarda, dei varias voltas no quarteirão e não achei vaga; se não fizer a entrevista com um cliente perco o emprego. Perdoa-nos as nossas dívidas”. – O guarda encontrou o bilhete e deixou outro com a multa: “Há 20 anos que dou voltas neste quarteirão. Se não multá-lo, quem vai perder o emprego sou eu. Não nos deixes cair em tentação!”

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conclusao_teologica

Por Marcelo Berti

Normalmente as conversas, debates e discussões sobre teologia giram em torno das diferentes perspectivas apresentadas: Pessoas apresentam suas conclusões e dialogam sobre suas diferenças na tentativa de clarificar sua própria opinião e apontas os possíveis equívocos da opinião do outro. Entretanto, pouco tempo é investido no diálogo relacionado ao processo de formação de uma opinião teológica. Por isso, nesse artigo gostaríamos de responder a pergunta: Se a Bíblia é a fonte de informação para a Teologia Cristã, como as pessoas chegam a diferentes conclusões teológicas?

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israel_palestinos_estrangeiros

Por Magno Paganelli

A chamada questão da Palestina ou o conflito entre Israel e Palestina já dura décadas. Muito antes de Israel ser oficialmente declarado Estado independente, com o anúncio feito na tarde de 14 de maio de 1948 por Davi Ben Guryon,[1] já havia ocorrência de conflitos entre judeus e os palestinos que ocupavam algumas regiões naquela terra.

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