rotuloteologico

Por Marcelo Berti

Na minha opinião, rótulos teológicos são um problema. Não que eu os tenha em baixa estima, o que pense que são desnecessários. Nada disso. Apenas acho que rótulos teológicos são um problema na teologia brasileira. Talvez minha história ilustre a questão. Desde que comecei o Teologando já recebi rótulos dos mais diversos: Quando escrevi sobre a criação, fui chamado de religioso fundamentalistaquando escrevi sobre Pedro e a Pedra, fui chamado de liberal;quando escrevi sobre a eleição, fui chamado de calvinista; quando ensinei sobre Cristo, fui chamado de arminiano; quando citei Rudolf Bultmann fui chamado de herege; quando escrevi sobre o reino de Deus no ensino de Cristo fui chamado de neo-dispensacionalista; quando escrevi sobre o Espirito Santo, fui chamado de pentecostal; quando escrevi sobre a bíblia, fui chamado de fundamentalista. De duas uma: (1) ou eu sou bipolar ou (2) existe algum problema com os rótulos teológicos. Talvez, alguém diga que as duas opções não são mutuamente excludentes.

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gracadedeus

Por Flávio Santos

A graça comumente é conhecida como o favor imerecido de Deus ao homem pecador.

A teologia divide a graça em comum e especial. A graça comum é aquela que é comunicada a todos os homens, dando-lhes bênçãos sem medida. É por meio dela que Deus controla o mundo para que este não sucumba. A graça especial é soteriológica, pois é por ela que o homem é salvo. É a comunicação da salvação de Deus ao pecador.

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normangeisler

Tradução: Nathan Cazé

A seguinte transcrição é da entrevista com o Norman Geisler do Apologetics 315.

O texto original em inglês pode ser visto aqui.

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Não se turbe vosso coração

Postado por João Rodrigo Weronka em VIDA CRISTÃ - (Comentários desativados)

naosetuberbe

Por João Rodrigo Weronka

Você já percebeu como a maioria de das pessoas age de forma rápida diante de uma adversidade na busca por um escape, uma saída, uma contingência que alivie a tensão criada por tal adversidade? Seja no trânsito, quando ao deparar-se com um congestionamento, busca-se um ‘atalho’, um desvio; seja diante dos problemas do dia-a-dia, quando muitos buscam alívio em meios não tão lícitos para contornar a estafa e rotina; seja na vida espiritual – e de modo específico aos cristãos – quando aparecem por aí as fórmulas mágicas para fugir dos infortúnios da vida.

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Quando a igreja não serve para nada

Postado por Davi Lago em VIDA CRISTÃ - (Comentários desativados)

servenada

Por Davi Lago

O relato de Mateus 17.14-21 nos ensina lições valiosas sobre os discípulos de Jesus.

A narrativa informa que havia um jovem possesso pelo mal. Um jovem que tinha ataques e sofria muito. Somos informados que ele caia “no fogo ou na água” (Mt 17.15b). O rapaz era um exemplo supremo de destruição com fortes tendências suicidas. Infelizmente, há muitos jovens assim em nosso tempo. Jovens vivendo literalmente com um comportamento autodestrutivo.

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trevasjo

Por Silas Alves Figueira

Texto base Jonas 1.17, 2.1-10

INTRODUÇÃO

Jonas foi comissionado para ir a Nínive pregar, ou, avisar que o fim daquele povo estava próximo, pois a sua malícia havia chegado aos céus (Jn 1.2). É interessante observar que tanto o bem, quanto o mal que uma pessoa ou mesmo uma nação pratica – e isso independentemente se ser cristã ou não – sobe até aos céus. A Bíblia nos dá vários exemplos disso. Por exemplo, Amós denuncia o pecado de seis nações gentílicas antes de pronunciar julgamento sobre Judá e Israel, ou seja, o pecado não fica impune diante de Deus. Como disse o apóstolo Paulo aos Colossenses 3.25: “pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas”. 

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depravacao

Por Clóvis Gonçalves

O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal. (Gn 6:5)

O texto bíblico apresenta o triste diagnóstico da humanidade nos dias de Noé. O pecado havia tomado proporções tais que “o Senhor arrependeu-se de ter feito o homem sobre a terra; e isso cortou-lhe o coração” (Gn 6:6). A iniquidade se multiplicara grandemente. Porém, a maldade manifesta nada mais era que a consequência de algo que estava no íntimo de cada indivíduo, a depravação total, a qual afeta a todos os descendente de Adão. Do verso em destaque podemos aprender que: 

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