IGREJA-EMERGENTE

Por Jonas Ayres

Infelizmente, são poucos os cristãos que conseguem conciliar a ortodoxia cristã com a propagação da mensagem do Evangelho para a sociedade pós-moderna. Sob a alegação que a mensagem apregoada pela igreja do horizonte moderno é muito intolerante e “fundamentalista”, passamos a encarar uma era de extremos no contexto eclesiástico. Em um dos lados da corda está o movimento da Igreja Emergente, que enfatiza sobremodo o pragmatismo, deixando de lado a teologia cristã e ajustando-a ao pensamento pós-moderno, criando assim a “Ortodoxia Generosa”[1]. A leitura do livro “Ortodoxia Generosa” de McLaren deixa muito claro ao leitor que o autor é (ou deseja ser) extremamente generoso com todo e qualquer credo existente no mundo[2], menos com o cristianismo tradicional, taxado pelo autor de exclusivista, fundamentalista e intolerante.

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fontes

Por Marcelo Berti

Um autor que definitivamente me impactou largamente e me desafiou a aprimorar meu conhecimento teológico e minha habilidade de defender a fé foi Norman Geisler. Sua capacidade de pesquisa e síntese sempre me deixaram impressionado. Eu li quase todos os livros que ele publicou em português e garanto que ele estava presente em diversas das aulas que ministrei. Sua Enciclopédia de Apologética ilustra claramente o calibre desse homem: Ele é por excelência um Defensor da Fé Cristã.

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amor-deus

Por Flávio Santos

A história bíblica é uma história de amor. A Personagem principal, em obstinação, compartilha o amor a todas as Suas criaturas. Deus ama a sua criação. Deus decidiu amar; e desta decisão houve a criação. Deus amou e criou, não por necessidade, mas por doação de si mesmo. Deus é amor! Ele queria que os homens experimentassem o que a trindade compartilhava: Amor.

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getsemani

Por Silas Alves Figueira

Para termos um entendimento melhor da morte voluntária de Jesus e do silêncio de Seu Pai em resposta à Sua oração, devemos primeiro olhar mais de perto aquela fatídica noite no Jardim Getsêmani: “Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres” (Mateus 26.36-39). Do ponto de vista humano, esse é um dos mais trágicos eventos do Novo Testamento. Lemos uma descrição detalhada do comportamento do Senhor antes de Sua prisão, que resultou em Sua condenação e posterior execução na cruz do Calvário.

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DEFINICOES-POSTMODER

Por Jonas Ayres

Pós-modernidade. Eis um termo que significa muito, que possui muitas definições e literatura numa amplitude cada vez mais surpreendente. Muitos filósofos, sociólogos e estudiosos da área utilizam o termo pós-moderno, outros preferem o uso do termo hipermoderno. Justamente por estarmos vivendo neste tempo, tão carente de absolutos, não é de se estranhar a dificuldade de utilização do mesmo termo bem como o estado de desespero que muitas vezes toma conta das pessoas pela simples menção da expressão “pós-moderno”.

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heresias

Por Marcelo Berti

Não é novidade que a liderança da igreja evangélica contemporânea tem falhado no ensino e instrução de suas igrejas. Enquanto o apelo pelo funcional e prático transformou os cultos um modo de moeda de troca pelo benefício da popularidade, o moralismo e o legalismo se tornaram a referência da espiritualidade da igreja. Pouco tempo se investe em questões de natureza ontológica, e muito tempo em questões práticas. Não é à toa que tal inversão de valores [em comparação com a igreja dos primeiros séculos] tem criado um rebanho imaturo e despreparado para defender sua própria fé.

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cinco-solas

Por Denis Monteiro

Os reformadores lutaram contra o sistema católico em vista à Sagrada Escritura. A igreja católica crê que a Escritura é a Palavra de Deus, mas ela também acredita que as decisões nos concílios e o papado falam oficialmente em matéria de fé e moral. Ou seja, a Escritura não é a voz definitiva para a igreja católica, mas a tradição e o Papa têm a mesma autoridade. 

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